Confusão generalizada no Sopai mãe invade hospital e funcionários são agredidos durante surto por prioridade

Confusão generalizada no Sopai: mãe invade hospital e funcionários são agredidos durante surto por prioridade

O clima ficou tenso no Hospital Infantil Sopai, em Fortaleza, na noite da última quinta-feira (1º), quando o que deveria ser mais uma noite de atendimentos pediátricos se transformou em um verdadeiro caos. Uma mãe, revoltada por não ter sido atendida na hora em que queria, invadiu o pronto atendimento da unidade exigindo prioridade para apresentar exames da filha. A situação saiu do controle: ela agrediu fisicamente e verbalmente funcionários, inclusive o médico plantonista, além de danificar equipamentos e móveis do hospital. A Polícia Militar foi chamada para conter os ânimos e garantir a segurança de todos os presentes.

Equipe médica sofre agressões no meio do plantão

De acordo com a direção do hospital, a mulher ignorou totalmente os protocolos médicos que organizam a ordem de atendimento por gravidade e não por ordem de chegada. Ao ser informada que precisaria esperar, ela perdeu o controle. O segurança da unidade, o médico de plantão e recepcionistas foram os primeiros alvos da fúria da mãe.

Além das agressões, o mobiliário da recepção e computadores acabaram quebrados no tumulto. Para garantir a integridade da equipe e dos outros pacientes, a Polícia Militar foi acionada e compareceu rapidamente ao local.

Sopai reforça que segue protocolos internacionais

O hospital divulgou uma nota repudiando veementemente qualquer tipo de violência contra profissionais de saúde. Também explicou que segue o chamado Protocolo de Manchester, sistema internacional que define a prioridade do atendimento de acordo com a gravidade do caso, e não pela ordem de chegada.

Ainda segundo a nota, o hospital enfrenta atualmente um aumento expressivo na procura por atendimento, principalmente de casos graves, o que tem tornado as filas mais longas para situações menos urgentes.

Alta demanda e poucos recursos agravam a situação

O hospital também explicou que, por conta do grande número de crianças em estado grave, os médicos precisam se ausentar da emergência constantemente para realizar internações. Isso impacta diretamente o tempo de espera, aumentando a frustração de quem está com casos menos críticos.

Mesmo com o episódio lamentável, a unidade informou que o atendimento segue normalmente para todos os pacientes. Ver também Atleta surpreende ao sangrar pelo rosto durante treino pesado e vídeo viraliza nas redes.

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