Mulher aplica golpe em planos de saúde e acaba pegando 19 anos de prisão

Mulher aplica golpe em planos de saúde e acaba pegando 19 anos de prisão

Olha só essa história: uma mulher de Joinville, em Santa Catarina, foi parar atrás das grades depois de aplicar um golpe nada pequeno em várias pessoas que estavam tentando contratar planos de saúde. Durante 2021 e 2022, ela enganou ao menos sete pessoas, muitos deles idosos e com pouca familiaridade com tecnologia, fazendo-os acreditar que estavam fechando contratos legítimos. Mas na real? Tudo não passava de uma baita enganação.

O dinheiro que os clientes entregavam pra ela — fosse por Pix, boleto ou até em dinheiro vivo — nunca chegava nas operadoras dos planos. Resultado: os clientes achando que estavam cobertos, mas na prática, sem nenhum atendimento garantido.

O jeitinho do golpe

A mulher fingia ser uma espécie de consultora ou intermediadora e dizia que cuidaria de toda a burocracia para contratar os planos. Só que ela orientava as vítimas a depositarem os valores diretamente na conta dela. E aí já viu, né? O dinheiro sumia e os planos nunca eram ativados.

Teve gente que só descobriu a encrenca quando precisou usar o plano e deu de cara com a realidade: não havia nada contratado.

Público-alvo escolhido a dedo

E não foi coincidência não: segundo a acusação, ela escolhia justamente pessoas mais vulneráveis, principalmente idosos e aqueles com dificuldade em mexer com tecnologia, o que tornava mais fácil convencê-los.

Usava da confiança e da lábia para se passar por alguém de confiança, o que agravou ainda mais a situação.

Justiça agiu pesado

O juiz Felippi Ambrosio, da 2ª Vara Criminal de Joinville, não teve dó na hora da sentença. A mulher foi condenada a 19 anos de prisão pelos crimes de furto qualificado, com uso de fraude e abuso de confiança.

A Justiça entendeu que ela não só pegou o dinheiro de forma desonesta, como também se aproveitou da boa fé e da fragilidade das vítimas.

Defesa tentou aliviar, mas não colou

A defesa dela ainda tentou argumentar que havia dúvidas sobre o repasse para as operadoras e alegou que parte do dinheiro foi devolvido.

Mas diante das provas e do prejuízo causado, o juiz manteve firme a condenação. O golpe não passou batido — e agora ela vai ter bastante tempo para refletir sobre isso. Veja também Casamento inesperado: noiva internada dois dias antes da cerimônia diz “sim” no hospital e emociona equipe de enfermagem.

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