Sistematização da Assistência de Enfermagem – SAE

Sistematização da Assistência de Enfermagem – SAE

A SAE é a ferramenta utilizada pelos profissionais enfermeiros que organizar e sistematiza a assistência de enfermagem.

A SAE é regulamentada no Brasil pelo Conselho Federal de Enfermagem, Resolução Cofen 358/2009.

Considerando os impactos positivos da SAE para a profissão, para o profissional e para a ciência, entendemos que novas evidências precisam ser estudadas, identificando principalmente resultados que possam mostrar a utilização dessa metodologia assistencial para o aumento da valorização e identidade profissional, não só do enfermeiro, mas também da assistência interdisciplinar e do cuidado prestado pelo auxiliar e pelo técnico de enfermagem.

Uma das dificuldades de implementação da SAE relatada por autores é a existência de vários conflitos conceituais. Em uma análise da produção científica relacionada à SAE, proveniente de um programa de pós-graduação em enfermagem de uma universidade federal brasileira, foram identificadas divergências dos conceitos e em 32% (15 dissertações) não foi nem mesmo apresentada a conceituação (5).

Na prática assistencial, e muitas vezes no ensino em enfermagem, percebemos que o termo SAE é bastante utilizado de uma forma geral e, frequentemente, de forma equivocada, dependendo do objeto do foco em que é realizada a sua apresentação ou mesmo da discussão realizada pelos estudantes e profissionais de enfermagem em torno do tema.

Encontrando o conceito de SAE

Há na literatura diversas expressões utilizadas que podem contribuir para essa confusão conceitual, como: SAE, PE, MAE, Processo de Cuidar, dentre outros. Fuly, Leite e Lima (2) se propuseram a analisar as principais correntes de pensamento nacionais sobre SAE, reconhecendo como principais conceitos a SAE, o PE e a MAE. Identificaram os autores três correntes: a primeira percebe esses conceitos como esferas correlacionadas, mas diferentes; a segunda pensa os três conceitos como equivalentes, reconhecendo, então, divergência semântica; já a terceira aceita os três como sinônimos, o que leva a conflitos teóricos e profissionais.

Além disso, vale ressaltar, nesta discussão, que o termo SAE é mais utilizado no Brasil; nas pesquisas das bases de dados internacionais, é possível identificar o termo PE. Autores mais recentes também adotam a SAE com esse olhar ampliado e apontam para a demanda de distinguir melhor os limites entre ambos os conceitos (6,7).
Por pactuar mais com a primeira corrente, este capítulo se debruçará em suas propostas. Para tal, resgataremos o conceito de SAE proposto por Aquino e Lunardi Filho (8):

Consideramos a Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) como todo o planejamento registrado da assistência que abrange, desde a criação e implantação do manual de normas e rotinas das unidades à descrição padronizada dos procedimentos técnicos até, finalmente, a adoção do PE.

Aquino e Lunardi Filho, 2004, p. 61

A SAE traz consigo todo o planejamento da assistência, desde a criação e implementação de normas e rotinas das unidades, a padronização da escrita nos prontuários, o registro de enfermagem, até a implementação do PE (2).

Além disso, a aplicação da SAE proporciona ao enfermeiro uma melhora na qualidade da assistência prestada ao paciente, possibilitando o reconhecimento e a valorização da profissão na sociedade (7).

Os três pilares fundamentais da SAE

Para possibilitar a organização do trabalho da enfermagem, a SAE possui três pilares fundamentais, que tornam viável a operacionalização do PE: o método científico, o dimensionamento de pessoal e os instrumentos (4-7).

1 – O método científico

refere-se à base teórico-filosófica para a realização da prática em enfermagem, utilizado para nortear o processo de trabalho em todos os níveis de atenção. Sua escolha deve ser ade-quada a cada realidade em que será aplicada, no entanto, não há um método padrão que garanta a qualidade da assistência (2).

Dessa forma, podemos dizer que a garantia da qualidade da assistência ao paciente não depende exclusivamente da adoção de um método científico de organização da assistência, pois há diversos fatores que interferem na assistência segura aos usuários de saúde, por exemplo, as condições de trabalho em que a equipe de enfermagem está submetida no seu cotidiano do cuidado.

Como parte do método científico, as teorias de enfermagem são desenvolvidas para contribuir com o conhecimento disciplinar e profissional, na construção de uma base de conhecimento que gire em torno dos conceitos metaparadigmáticos. Essas teorias podem representar estruturas para se desenvolver e testar tecnologias e conhecimentos, bem como representar, por elas mesmas, as tecnologias leves e leveduras, de forma a consolidar boas práticas em enfermagem. Além disso, as teorias precisam ser aplicáveis na prática profissional, devendo atuar principalmente como filosofias ou visões de mundo, contribuindo com uma enfermagem que tenha compromissos sociais e políticos com aparato ético-filosófico (9).

Dessarte, com o auxílio das teorias de enfermagem e para tornar a assistência sistematizada, utiliza-se o PE como ferramenta metodológica operacional. Orienta-se, ainda, o cuidado prestado aos usuários por meio de evidências científicas, e não mais conhecimentos empíricos, que, por meio de um raciocínio clínico, desencadeiam o aprimoramento da tomada de decisão do enfermeiro para melhores diagnósticos, intervenções e resultados de enfermagem (6).

No que se concerne ao PE, entende-se ainda que há a necessidade de uma linguagem padronizada da enfermagem, tendo em vista que isso corrobora para uma maior qualidade e segurança na assistên-cia. Além disso, a padronização faz com que os enfermeiros pensem e falem de forma mais clara, contribuindo também para um raciocínio clínico mais aprimorado (10).

Alguns autores fizeram um levantamento em que encontraram 13 taxonomias e classificações em enfermagem:

  • Center for Nursing Classification & Clinical Effectiveness (CNC & CN),
  • Classification of the Nursing Practices (CIPE) / Classificação de Práticas de Enfermagem,
  • Clinical Care Classification (CCC),
  • CMBD nursing,
  • Conjunto de dados do Paciente de Ozbolt,
  • International Classification for Nursing Practice (ICNP),
  • Nanda-Internacional (NANDA-I),
  • Normalización de las Intervenciones para la Práctica de la Enfermería (NIPE),
  • Nursing Interven-tions Classification (NIC),
  • Nursing Minimum Data Set (NMDS),
  • Nursing Outcomes Classification (NOC),
  • OHAMA system
  • Perioperative Nursing Data Set (PNDS) (7).

Dentre essas taxonomias, as mais difundidas no meio profissio-nal são: NANDA-I, NOC, NIC e CIPE (10), sendo esta a única reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Há, dessa forma, a necessidade de discussão, aplicação e estudos das terminologias para o aprimoramento de seu uso na prática profissional (2-7).

Consequentemente, durante esse processo, o registro de enfermagem se mostra fundamental, mas não o único meio para a sistematização da assistência. Além disso, vale ressaltar que é responsabilidade e dever do profissional de enfermagem o registro no prontuário do paciente, necessário para a continuidade do cuidado e qualidade da assistência (11).

2 – Dimensionamento de pessoal

A manutenção do serviço com número reduzido de profissionais se mostra uma das principais dificuldades de se implementar a SAE, uma vez que há aumento da demanda de pacientes e famílias e falta de tempo, o que deixa os profissionais desmotivados, insatisfeitos e com esgotamento físico e psíquico. Tais obstáculos poderiam ser melhor superados com um dimensionamento adequado, uma vez que, com mais pessoas prestando assistência, é possível distribuir corretamente os pacientes, atender a mais demandas dos que estiverem sob sua responsabilidade e se desgastar menos.

Pensando nisso, e embasado em pesquisas que validaram as horas de assistência de enfermagem, o Cofen estabeleceu, por meio da Resolução nº 543/2017, os parâmetros para dimensionar o quantitativo mínimo de profissionais das categorias da enfermagem.

Para o cálculo é considerado a necessidade, em 24 horas, de cuidados de enfer-magem por paciente e a proporção de profissionais de acordo com a densidade da demanda dos atendidos, variando também de acordo com o setor, atendendo suas especificidades (13). No entanto, ainda são necessários estudos para um bom entendimento do motivo pelo qual, mesmo após a Resolução, o dimensionamento ainda é uma das dificuldades de implementação da SAE mais relatadas na literatura.

3 – Instrumentos de implantação e implementação da SAE

Para a organização do cuidado de enfermagem são necessários instrumentos, ou seja, recursos materiais necessários para que se possa aplicar uma metodologia de trabalho. Podemos considerar que esses recursos passam pela aquisição de computadores, sistemas, softwares e/ou formulários específicos.

Isto quer dizer que os enfermeiros precisam organizar o cuidado a partir de um pensamento crítico, metodológico e sistematizado, de certa forma, organizado em etapas que estão internamente relaciona-das, com passos ou fases que se complementam, além de ser, também, necessário ter profissionais de enfermagem (enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem) suficientes em quantidade e qualidade para dar continuidade nesse processo de trabalho.

Sendo assim, instrumentos de trabalho para organizar a SAE são: formulários para desenvolver as etapas do PE, prontuário eletrônico ou manual, protocolos assistenciais de cuidados, procedimentos operacionais padrões, manual de rotinas, dentre outros.

Não somente, mas também, o aprimoramento da formação profissional se faz necessário para a criação de um olhar amplo da profis-são para além das técnicas de enfermagem, buscando formar compe-tências para a autonomia, cientificidade, identidade e valorização por meio das metodologias de organização da assistência de enfermagem, a SAE.

Mesmo que alguém opte por não realizar as propostas teóricas, podemos encontrar padrões que caracterizem uma sistematização própria em nível pessoal ou institucional. Dessa forma, é possível ver a SAE como algo muito maior, como um estilo profissional dinâmico que inicia sua construção desde a formação acadêmica, sofre influências do meio de trabalho, das pessoas que compõem a equipe e se estende até o fim da prática profissional.

Mas a proposta acadêmica é que se estabeleça uma sistematização qualificada e cientificamente embasada da assistência prestada, pois seria uma forma de oferecer assistência segura, de maneira uniforme, às pessoas que necessitam de cuidados por meio da otimização no uso de recursos técnicos, científicos e humanos (14). Outro estudo apontou também que a implantação da SAE pode promover maior autonomia, eficiência e cientificidade à profissão (15).

Dificuldades para implementação da SAE

Por outro lado, uma revisão de literatura sobre as principais dificuldades para implementação da SAE relatadas em produções cientí ficas identificou: ausência de recurso financeiro; recursos materiais insuficientes; dificuldade de aceitação pela equipe; falta de interesse dos profissionais; desconhecimento relacionado à falta de capacitação, educação permanente e continuada; falta de tempo; alta demanda dos pacientes e famílias; discordância do aprendizado na graduação e atuação na prática profissional; métodos voltados à atenção terciária; falta de apoio e interesse por parte da instituição em viabilizar e da gestão local em implementar a SAE.

Com tantos obstáculos para a prática da SAE, há profissionais que ainda tentam de alguma forma operacionalizá-la, mesmo que em fragmentos, com suas etapas desconexas ou isoladas, somente diagnósticos ou prescrição, sem uma frequência consistente. Esse tipo de conduta leva técnicos e auxiliares de enfermagem a acreditarem que é possível cuidar sem planejamento, gerando uma ruptura na coerência da proposta (16). A SAE ocorre de forma fragmentada, o que demanda maior investimento em educação permanente dos enfermeiros para melhorar qualidade da assistência e reorganizar essa metodologia de trabalho (17).

Uma proposta encontrada na literatura para implementação colaborativa é a formação de grupos de SAE, compostos por enfermeiros assistenciais, gerenciais, de chefia e educação continuada19,20.

O envolvimento dos profissionais de nível superior e médio nesse processo possibilita que todos compreendam o que fazem, percebendo a dinamicidade dos processos de trabalho e modificando as relações de poder (20).

Por outro lado, como fortalezas da implantação e implementação da SAE, podemos dizer que ela ocorre em três principais direções.

A primeira direção está relacionada com o profissional de enfermagem, que, ao se apropriar da metodologia, passa a ter mais autonomia e visibilidade no desenvolvimento de suas ações dentro de sua equipe.

A segunda direção está relacionada ao paciente/pessoa/usuário, que, ao ser cuidado com um método científico, de forma sistematizada, se beneficia de intervenções de enfermagem focadas em sua pessoa e em suas necessidades humanas.

A terceira direção está relacionada ao de-senvolvimento da ciência de enfermagem por meio da utilização e aplicação de Teorias de Enfermagem e de Classificações de Enfermagem no cuidado, que possibilitam a evolução científica da profissão.

Ainda, a filosofia e a missão da instituição são importantes elementos para se definir algumas etapas de implantação e implementa-ção da SAE. As unidades de saúde devem definir e repensar suas práti-cas assistenciais de enfermagem utilizando-se do Planejamento Estratégico Situacional (PES) que, certamente, deverá conter seus valores, suas crenças e seus objetivos institucionais.

Olhar para a filosofia e para a missão da instituição traz importantes reflexões para que a equipe de enfermagem possa pensar e escolher as teorias de enferma-gem que poderão sustentar a metodologia assistencial de enfermagem, por meio de uma visão para dentro das pessoas que cuidam e das pes-soas que são cuidadas, considerando sua cultura, seus hábitos, seus va-lores e suas crenças.

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