Dia internacional das mulheres é marcado por movimento da enfermagem

Dia internacional das mulheres é marcado por movimento da enfermagem

Mulheres são 85% da força de trabalho da Enfermagem no Brasil

O Dia Internacional da Mulher é marcado por fortes movimentos de reivindicação pelos direitos econômicos, políticos e sociais. Neste dia 8 de março, a luta continua, com destaque para o protagonismo das profissionais de Enfermagem brasileiras.Lideranças femininas de entidades representativas, do Conselho Regional de Enfermagem da Bahia (Coren-BA) e do sistema Cofen/Corens seguem mobilizadas por todo o país em atos pela aprovação do PL 2564/2020. Nem flores, nem presentes. O pedido é por valorização profissional.

Junte-se a Enfermagem neste importante dia de luta! A valorização da categoria é essencial para o bom funcionamento do sistema de saúde do país.

A categoria busca com esta revindicação sensibilizar a comunidade sobre a aprovação do piso salarial nacional na Câmara dos Deputados. O Projeto de Lei 2564/2020 (PL 2564/20), foi aprovado de forma unânime no Senado Federal em novembro de 2021 e prevê, um salário-base para os enfermeiros de R$ 4.750 para uma carga horária de 30 horas semanais, 70% desse valor para os técnicos em enfermagem, 50% para auxiliares de enfermagem e parteiras. O grupo de trabalho que discute o tema na Câmara dos Deputados, aprovou a proposta apresentada no dia 23 de fevereiro deste ano pelo relator do PL, o deputado Alexandre Padilha (PT-SP).

O projeto segue na Câmara dos Deputados aguardando discusão, votação e aprovação para então seguir para o presidente Jair Bolsonaro.

Assim como o Coren-BA, outras entidades, como o Conselho Federal (Cofen), tem realizado no dia de hoje movimentos em prol da provação desse Projeto de Lei.

“É muito simbólica a realização de atos no 8 de Março, Dia Internacional da Mulher. O PL contribui para reduzir desigualdade salarial, numa profissão que é 85% feminina”, ressalta a presidente do Conselho Federal.

A Enfermagem está sempre presente

Quando uma criança nasce, e o profissional de enfermagem que atende, acolhe e entrega a mãe, quando uma pessoa procura atendimento seja nos hospitais ou nas UBs, é o profissional de enfermagem que esta lá para atender, quando perdemos uma vida, é o profissional de enfermagem que de enfermagem que esta lá para ouvir o desabafo de um familiar ou amigo. Então não entendo porque tanta dificuldade de valorizar o profissional de enfermagem.

A enfermagem está presente do nascimento à morte. Está no parto humanizado, está na triagem no pronto socorro e no acidente grave, na classificação de risco na internação e nos cuidados em casa após a alta! A enfermagem faz a gestão dos profissionais de saúde, dos materiais hospitalares, dos cuidados com o enfermo e ainda faz os cálculos de medicamentos para administrá-los com segurança respeitando a rotina de cada indivíduo. Ela define e documenta visitantes/acompanhantes, alimentação externa, higiene, privacidade e aparência. Somente ela está presente nos cuidados paliativos, na preocupação com a sua qualidade de vida e no conforto físico e emocional. Sendo assim, é justa e honrosa a revindicação da categoria de enfermagem por mais valorização, por piso salarial e melhores condições de trabalho.

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